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ESTRATÉGIA

INFOGRAFIA

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As diversas visitas ao município, permitiram perceber as nuances entre o tecido urbano consolidado, fragmentado, rural e natural. Entretanto, como pretendemos valorizar a identidade e unidade, identificamos elementos de constituição contínua no conjunto do território, do qual, a agricultura periurbana. Pensamos que essa é uma das práticas já bastante difundida pelos gondomarenses que têm potencial para  o desenvolvimento socioeconômico, manutenção da presença e coerência no contexto espacial. Acreditamos que o planejamento em intervenções pontuais com intuito de consolidar a agricultura, permitirá uma mudança significativa a grande escala.

COMO?

A Renaturalização procura estabelecer um equilíbrio entre os limites e peculiaridades de um ambiente urbanizado e um ambiente mais natural. Também visa a preservação ou recuperação das áreas naturais. Desta forma a o processo de renaturalização torna-se um meio para atingir uma maior coesão sócio econômica. Acreditamos que seja primordial potencializar a conexão dos Gondomarenses com as suas terras, valorizando o seu patrimônio natural. Propõe-se um conjunto de intervenções pontuais, com o intuito de preservar a biodiversidade, promovendo uma proximidade com as redes naturais e consolidando a indústria agrícola,  de forma a permitir uma mudança significativa a grande escala. Promovendo um desenvolvimento, responsável ecologicamente e socialmente, e proporcionando a manutenção da essência do município.

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7 princípios estratégicos:

 

  1. Fomentar a agricultura urbana para uma coesão socioeconómica.  

  2. Gestão do patrimônio natural da rede hídrica com um olhar atento às margens dos rios, aos parques florestais e seus riscos de incêndio. 

  3. Impulsionar o uso das áreas subutilizadas e reuso das áreas abandonadas

  4. Desenvolver e fortalecer a estrutura da economia agrícola: Pontos de venda: feiras e mercados; equipamentos complementares: Armazéns, prensas, oficinas, maquinário, etc. 

  5.  Adequar a infraestrutura de transporte para otimizar a logística.

  6. Reduzir os factores de impacto ambiental no intuito de se constituir uma rede sustentável no território.

  7. Preservar e integrar o património constituído por conjuntos referenciais de paisagem, desde os objetos icônicos as morfologias do terreno. 

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MAPA SÍNTESE DA ESTRATÉGIA

7 palavras chave:

 

  1. Participação: Trabalhar o desenho urbano na perspetiva do qual o papel do arquiteto é pontual em relação ao trabalho contínuo do cidadão na construção urbana

  2. Identidade: Acentuar a personalidade local valorizando e consolidando as práticas recorrentes dos Gondomarenses.   

  3. Urbanidade: Desenhar o tecido  urbano com o objetivo de reorganizar e reestruturar o território. Fomentando o uso das áreas subutilizadas e reuso das áreas abandonadas. 

  4. Circularidade: Potenciar um desenvolvimento socioeconômico integrado aos recursos do seu território, valorizando sua proximidade e reuso. Permitindo produzir e consumir localmente num círculo fechado.

  5.  Economia: Recuperar a economia é de suma importância para mitigar a redução demográfica e permitir a manutenção da qualidade de vida.

  6. Sustentabilidade: Permitir um equilíbrio entre o meio urbanizado e o meio natural. Temos o objetivo de uma maior rentabilidade dos recursos, combater o desperdício e promover a biodiversidade assim como integrar esses dois meios, construindo uma unidade imaterial e sustentável.

  7. Redes: Adequar a infraestrutura do município para acompanhar as transformações aos desafios da nova urbanidade sustentável. Melhorando desde dos transportes para otimizar a logística de mobilidade até Pontos de venda: feiras e mercados; equipamentos complementares: Armazéns, prensas, oficinas, maquinário, etc. 

PALAVRAS CHAVE | VÍDEO

"I like to see the buildings. I love to see the buildings. Human being give meaning to an extension, which is space."

Dal Co, Francesco. Discurso na cerimónia de atribuição de título de sócio honorário na Casa da Arquitetura. Porto. Novembro 2021

 

A percepção de “progresso” ainda é muito atrelada às necessidades de uma população em crescimento e do seu aumento constante em consumo energético. Neste contexto, a intervenção do arquiteto reflete-se muitas vezes no desenho das vias de circulação, na construção das edificações, ou seja, na transformação dos espaços naturais em áreas esterilizadas para as necessidades imediatas dos humanos. Entretanto, nas últimas décadas, percebemos que esse modelo até então em vigor, transformou-se no maior risco para a biodiversidade e para nossa qualidade de vida. Acreditamos que o planeamento do não construído, do permeável, em equilíbrio com as outras espécies, se tornou primordial para uma resiliência e mudança de paradigma.

Jéssica Guita | Leonardo Grogg | Maria Antónia Sabino | Maria Margherita Innocenti | Roberta Silvestre | Grupo 4 | Turma B | PROJETO V | 2021-2022

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