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No território Gondomarense destaca-se uma área problema no norte do território de Gondomar, no centro de Rio Tinto e Fânzeres.
Os limites são desenhados pelas linhas de água que atravessam os centros urbanos, pela posição da linha do metro e pelas vias de comunicação que conectam com as adjacentes áreas problema.

ÁREA PROBLEMA REDE REABILITAÇÃO
Marcação dos Limites
Curto Prazo Médio Prazo Longo Prazo
PROGRAMA E AÇÕES
DESIGNAÇÃO E HIERARQUIA
1. REVITALIZAÇÃO
Programa de revitalização de terrenos subutilizados
Redesenho do fim dos lotes inacabados.
Apesar dos benefícios que o metro trouxe, a sua chegada a estes território deixou por tratar as traseiras de algumas propriedades.
Redesenho do interior dos lotes que estimulem a criação de hortas comunitárias.
A intenção seria explorar o interiores dos lotes partilhados através de uma atividade em comunidade que impulsionasse também a economia local,
Reaproveitamento e limpeza de terrenos "abandonados".
Potenciar a criação de novos espaços, de convívio e lazer, em áreas subutilizadas da malha urbana.
Redistribuir e potenciar as zonas de grande arborização.
A intenção é criar uma maior diversidade na vegetação do território estimulando um maior contacto do cidadão com a natureza.
Reaproveitamento das zonas junto às autoestradas e nós de autoestradas.
Propõem-se um programa para as zonas subutilizadas resultantes destas grandes vias.
2. VALORIZAÇÃO
Programa para potenciar o desenho urbano já existente
Requalificação do desenho de espaços verdes integrados no tecido urbano.
A intenção é continuar e melhorar os espaços já existentes, desde parques urbanos a pequenos jardins.
Valorização das vias existentes.
Através da arborização das vias e da criação de pequenos espaços que desafoguem o tecido urbano, como praças e largos.
Continuação das vias sem saída.
Propor uma continuação das vias até então designadas cul-de-sac, tornando-as, se possível, vias pedonais.
3. TRANSIÇÃO
Programa para trabalhar as conexões pedonais e ciclovias
Desenho de novos caminhos pedonais, assim como passadeiras.
Propor caminhos pedonais nas vias já existentes, sempre que possível, promovendo a acessibilidade e segurança do cidadão
Desenho de ciclovias e percursos que promovam uma mobilidade mais ecológica.
Incluir no desenho urbano vias para ciclistas e trotinetes elétricas estimulando o uso das mesmas invés do automóvel.
Pavimentação dos passeios já existentes.
A intenção é delimitar os passeios através de uma nova materialização.
4. RENATURALIZAÇÃO
Programa de integração de espaços naturais
Desenho de novos espaços naturais.
Propõem-se novos espaços verdes que, integrados na malha urbana, contrariem a vontade de construção iminente.
Arborização de ruas e avenidas.
Plantação de arvores e canteiros que acompanhem os percursos.
Exploração de parques naturais.
Potenciar a biodiversidade dos parques naturais pela criação de habitat para diferentes espécies.